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Sinta na pele apenas o melhor do verão.

FOTOPROTEÇÃO

A pele bronzeada já foi sinônimo de beleza e saúde. No entanto atualmente este conceito vem sendo combatido com apelos e advertências sobre os danos que a exposição solar inadequada promove na pele, variando da aceleração do processo de envelhecimento cutâneo, até diversos tipos de câncer, inclusive melanoma.

As radiações ultravioleta (UV) estimulam os melanócitos, unidades epidérmicas responsáveis pela produção da melanina. A cor da pele está relacionada com o número e distribuição de unidades subcelulares de melanina, organelas marrons, denominadas melanossomas. O número de melanossomas produzidos é regulado por hormônios, luz UV e fatores genéticos.

A capacidade de bronzeamento em resposta a uma exposição simples à radiação ultravioleta está sujeita à considerável variação individual, em adição à variação genética. Ocorrem duas reações de bronzeamento; um bronzeamento imediato e um bronzeamento tardio. A pigmentação imediata pode ser detectada em pessoas de pele morena após alguns minutos de exposição e desaparece gradualmente, durante 6 a 8 horas após a irradiação.

Acredita-se que resulte da fotooxidação da melanina pré-formada ou precursores incolores da melanina.

O bronzeamento tardio ocorre devido ao estímulo da melanogênese da epiderme e é clínicamente aparente, decorridas 72 horas da exposição.

A melanina é de importância decisiva no mecanismo de absorção e reflexão da luz solar. Sua quantidade e distribuição condicionam, em grande parte, a resposta cutânea à luz. A melanina atua como um verdadeiro filtro óptico, absorve as radiações transformando-as em calor (decomposição térmica), capta a energia e estabiliza os radicais livres originados na pele, embora ainda se questione o seu papel protetor.

Os raios ultravioleta atingem a pele e desencadeiam uma série de reações fisiológicas com conseqüências danosas, de gravidade variável.

A superexposição ao sol pode provocar queimaduras na pele, e a nível sistêmico, ocasionar o desequilíbrio hidroeletrolítico dos sais e da água circulantes no corpo, ocasionando quadros graves como colapso cardíaco e insuficiência renal.

Contudo, não somente a superexposição se responsabiliza por danos à pele. Em adição ao estímulo melanocitário, as radiações UV provocam alterações na epiderme e derme de acordo com a energia dos raios incidentes. Eritemas e edemas são efeitos de curto prazo, e fotoenvelhecimento e câncer de pele são efeitos tardios.

ERITEMA E EDEMA

A queimadura solar se manifesta como um processo inflamatório onde predominam eritema, calor e dor. Ocorre vasodilatação, aumento do fluxo sanguíneo e alteração da permeabilidade da pele.

Estes fenômenos ocorrem devido à liberação de citotoxinas e mediadores inflamatórios, como conseqüência aos danos provocados na membrana celular, distúrbios no DNA e RNA, e alterações na síntese protéica, induzidos pela radiação ultravioleta.

A gravidade do efeito produzido depende de um número de variáveis como fator individual, tempo de exposição, localização geográfica (altitude e longitude) entre outros.

CÂNCER

As radiações ultravioleta provocam câncer de pele como efeito tardio, resultante de exposições cumulativas ao longo do tempo. Estudos indicam que os raios UV alteram a resposta imune e a distribuição das células imunocompetentes. A depressão do sistema imune limita sua capacidade em reconhecer antígenos tumorais e ou destruir células malignas, permitindo desta forma, a evolução do câncer.

Há evidências clínicas de que o DNA celular seria o alvo principal da luz UV. A radiação UV provoca diferentes lesões no DNA causando mutagênese e carcinogênese.

A fotoproteção deve ser maior em pessoas de pele clara, pois a freqüência de aparecimento de câncer de pele em brancos é 10 vezes maior que em negros, e a incidência de melanoma é maior nas regiões equatoriais ( exposição mais intensa à luz solar).

FOTOENVELHECIMENTO

A luz solar e a idade deixam suas marcas sobre a pele exposta. A pele danificada resulta em uma aparência prematuramente envelhecida, apresentando os bem conhecidos estigmas do amarelamento, presença de rugas e manchas, espessamento e ressecamento progressivos.

A exposição crônica à luz solar induz a alterações que se sobrepõe aos processos relacionados à idade, em especial à microtopografia, microcirculação reduzida, perda de tônus, alterações na integridade e quantidade do tecido elástico na derme (elastose), atipia epidérmica e displasias.

INFÂNCIA

A infância é um perído particularmente vulnerável aos efeitos fotocarcinogênicos da pele ao sol. Estudos indicam que a exposição excessiva durante os 10 aos 20 anos da vida aumenta muito o risco de câncer de pele. Cânceres de pele (carcinoma basocelular e espinocelular) tem sido associados à exposição curta e intensa e a queimadura solar.

Em circunstãncias normais, a criança está três vezes mais exposta à luz solar que o adulto. Atualmente está claro que a proteção solar é muito mais importante nos primeiros anos de vida, principalmente a proteção de peles claras, cujo risco é muito maior. Medidas preventivas como o uso de fotoprotetores, roupas e restrição da exposição solar podem reduzir significativamente a ocorrência de melanoma e outros cânceres na idade adulta.

FILTROS SOLARES

Hoje reconhece-se mundialmente que o uso de um filtro solar pode diminuir e possivelmente reverter os efeitos do fotoenvelhecimento da pele. Devido a esta constatação, quase a totalidade dos produtos cosméticos e alguns farmacêuticos de uso tópico tem associado estas substâncias às suas formulações.

Os filtros solares podem ser divididos em dois grupos:Bloqueadores solares químicos: geralmente são substâncias químicas que transformam a radiação de energia ultravioleta em radiação de onda longa, que é emitida da pele na forma de calor.Exemplos destas substâncias são os ésteres de ácido para-amino benzóico, os cinamatos, benzofenos, salicilatos e antranilanatos.

Bloqueadores solares físicos: são substâncias opacas, contendo matéria em partículas, capazes de refletir e dispersar a energia da luz, promovendo uma barreira física às radiações UVA , UVB e infravermelho visível. Como exemplos destes temos: Dióxido de Titânio, Óxido de Zinco, Óxido de Magnésio, Silicato de Magnésio, Óxido de Zinco, Óxido de Ferro e Caulim.

EXPOSIÇÃO SOLAR

- Recomenda-se evitar a exposição solar no horário entre 10 e 15 horas: horário de maior incidência da radiação ultravioleta.

- Dias nublados (onde normalmente esta presente o mormaço) oferecem fotoproteção limitada: reduzindo apenas em 20 a 40% a radiação UV em relação aos dias ensolarados.

- As roupas e chapéus protegem da radiação UVA e UVB. Camisetas molhadas, tecidos “vazados” e meias de nylon permitem a passagem de 20 a 30% da radiação UV.

- Superfícies como areia, neve, concreto e água podem refletir até 85% da luz solar.

- Apesar da sensação de frescor, até 50% da radiação UV incidente pode atingir partes do corpo submersas na água.

- Superfícies de vidro (incluído óculos de sol) bloqueiam toda a radiação UVB e no mínimo metade da radiação UVA (porção mais energética).

- Guarda-sóis podem reduzir a radiação incidente pela metade.

- Idosos utilizando fotoprotetores (FPS acima de FPS 15), devem ingerir 3 copos de leite ao dia, como suprimento de vitamina D.

- A aplicação de fotoprotetor adequado à pele permite a exposição solar sem riscos.

- Para orientações sobre o produto adequado, é importante seguir a orientação do seu médico.

- Para obtenção de melhores resultados na aplicação de fotoprotetores recomenda-se:
   - Aplicar fotoprotetor meia hora antes da exposição solar.
   - Aplicar uma fina camada do produto sobre todas as regiões potencialmente expostas.
   - Reaplicar o fotoprotetor em intervalos médios de 2 horas.
   - Reaplicar após o período de permanência na água.

CUIDADOS PÓS SOL

Após a exposição solar, a pele apresenta uma série de reações fisiológicas que compreendem a queimadura solar, manifestada por um processo inflamatório no qual predominam eritema, calor e dor. A pele fica mais sensível e requer cuidados para repor seu nível hídrico normal e tratar os danos actínicos.

As formulações pós sol destinam-se a hidratar e minimizar os efeitos provocados pela exposição excessiva ao sol.

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Medicamentos de uso interno
Recomendações gerais

1- Medicamentos devem ser mantidos em suas embalagens originais, tampados, ao abrigo de luz, calor, umidade e cheiros fortes.
2- Antes de começar a tomar seu medicamento, confira o rótulo com a receita médica.
3- Medicamentos manipulados são de uso individual, com prazo de validade curto, e devem ser utilizados durante o tratamento conforme orientação médica, e obedecendo o prazo de validade.
4- Manuseie o produto somente com mãos limpas e secas, no caso de medicamentos homeopáticos, coloque a quantidade de glóbulos ou tabletes na tampinha do frasco e vire na boca, para evitar o contato com as mãos.
5- Tome o seu medicamento preferencialmente longe das refeições. Se for dose única, tome em jejum ou ao deitar, conforme orientação médica.
6- Nunca tome o medicamento no escuro, pois poderá haver erro na quantidade a ser tomada ou troca de medicamento.
7- Mantenha o medicamento longe do alcance das crianças.
8- Este produto é somente de uso interno ou via oral.
9- Qualquer dúvida ou efeito colateral, entre em contato com o seu médico, e com o farmacêutico.
10- É contraindicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
11- Em caso de gravidez suspenda a medicação imediatamente e informe seu clínico(caso o medicamento não seja para essa finalidade).
12- Só repita a receita se o seu clínico recomendar e autorizar.

Para maiores esclarecimentos, consulte a nossa assistência farmacêutica de 2º a 6º feira das 9:00 às 18:00hs e sábados das 9:00 às 13:00 hs
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