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TERAPIAS ALTERNATIVAS

- Conceitos da medicina antroposófica
- O processo da folha e o sistema rítmico
- O processo da raíz e o sistema neurosensorial
- O sistema metabólico e o processo flor-fruto
- A correlação entre o processo da doença e o processo da planta com ação curativa
- Medicina oriental
- Os cinco elementos
- Medicina ayurveda


CONCEITOS DA MEDICINA ANTROPOSÓFICA

A medicina antropozoica está baseada nos conceitos desenvolvidos por Goethe.

Observando a natureza, analisando as plantas, ele encontra uma forma de pesquisa em que procura entender as energias que constroem cada ser vivente.

Quais seriam as forças que determinam as formas de cada ser vivente e quais as leis que as regem, ou seja, ele olha o processo de evolução e não a forma final.

Podemos descrever como transferência da energia criativa espiritual para o plano físico dividido em três níveis de evolução.

Sendo que estes três níveis de evolução ocorrem através de forças de contração e de expansão.

Então a semente formada por energias de contração se expande para germinar, formar o vegetal, depois as forças de contração levam à formação do botão floral, que depois se expande na formação da flor e do fruto, para se contrair na formação da semente.

E das sementes começa todo o processo novamente.

Rudolf Steiner se baseou neste conceito de Goethe (a metamorfose das plantas) para encontrar uma correlação entre os processos vitais humanos e a cura através das plantas medicinais.

O PROCESSO DA FOLHA E O SISTEMA RÍTMICO

Correlação da respiração do ser humano com a respiração dos vegetais, correlação entre a clorofila e a hemoglobina:

A respiração da planta ocorre através das folhas e da clorofila de forma rítmica, e a respiração humana ocorre nos pulmões através das hemácias, também em um processo rítmico.

Os processos são semelhantes, mas a clorofila e a hemácia têm polaridades contrarias.

A clorofila absorve dióxido de carbono e libera oxigênio, as hemácias absorvem oxigênio e liberam dióxido de carbono.

A clorofila é verde e tem fluorescência vermelha, a hemácia é vermelha e tem fluorescência verde.

Este sistema rítmico integra duas polaridades tanto no homem quanto na planta. No homem, o sistema rítmico são o coração e os pulmões, que integra o sistema neurossensorial na cabeça e o sistema metabólico no abdômen.

As folhas são o sistema rítmico das plantas e integram as raízes com as flores e os frutos.

Esta trimembração do ser humano e da planta instiga à procura de uma correlação entre estes processos.

O PROCESSO DA RAÍZ E O SISTEMA NEUROSENSORIAL

A raiz segue as forças da gravidade, é geotrópica.

A raiz é sensível às condições do solo, teor de água, minerais e temperatura, retirando do meio onde estão as substâncias que precisa para sintetizar os componentes de sua estrutura, específica para cada espécie.

A raiz tem uma característica análoga ao sistema neurossensorial do ser humano, no que se refere à atividade de sentir o ambiente.

No entanto as polaridades são opostas, pois a cabeça humana contém o cérebro altamente organizado na posição contrária, se afastando da terra, e a raiz penetra a terra.

A raiz é o órgão com maior vitalidade da planta.

A atividade nervosa que vem do cérebro leva a processos de impregnação e mineralização, sendo que a cabeça é a parte mais mineralizada do corpo humano, e o esqueleto é o mineral humano.

O cérebro e o sistema nervoso são uma contra projeção do processo da raiz dos vegetais.

O SISTEMA METABÓLICO E O PROCESSO FLOR-FRUTO

Na formação da flor e do fruto saímos da dimensão plana da folha e passamos para a dimensão da esfera.

A flor e o fruto criam espaços internos, que são preenchidos com cor, aroma, néctar, calor, e pólen.

A cor verde das folhas que serve ao processo de assimilação se perde, levando à formação da flor, através de um processo espiral de multiplicação da folha, lado a lado, criando um espaço vital esférico.

E então antes do último processo de contração, que é a formação da semente, ocorre a expansão na formação do fruto. O fruto se forma por ação do calor e da incidência dos raios solares, ele contem a força do sol.

Assim como a raiz precisa de água e minerais, o fruto precisa de calor e luz.

A flor e o fruto, os órgãos superiores da planta, tem uma correlação com os órgãos do baixo ventre do ser humano.

A CORRELAÇÃO ENTRE O PROCESSO DA DOENÇA E O PROCESSO DA PLANTA COM AÇÃO CURATIVA

O organismo doente tem as mesmas forças e impulsos que o organismo sadio, mas as forças estão em desequilíbrio. Ocorre na doença uma crise, que podemos chamar de crise de desenvolvimento. O organismo sai de um nível de equilíbrio para evoluir para um novo equilíbrio. Assim aparecem os sintomas deste desequilíbrio, que se manifestam por excesso de atuação das forças ou por falta de atuação.

A saúde do organismo ocorre quando os três sistemas estão em total harmonia, e isto é um processo dinâmico e não estático.

O estado de saúde implica no equilíbrio entre os polos neuro-sensorial e metabólico-locomotor. Se um deles tem a tendência de prevalecer sua atividade, temos o desequilíbrio, a doença.

Quando acordamos de manhã, já começamos um processo de “adoecimento” chamado atividade de vigília. Constantemente a nossa organização interna deve mobilizar processos de autocura, de reequilíbrio, para manter o sistema em harmonia.

É justamente a tais processos de reequilíbrio e autocura que apelamos quando o indivíduo realmente adoece. Incrementamos pelo processo terapêutico aquilo que naturalmente tende a promover o reequilíbrio interno do indivíduo.

Todas as milhares de doenças são fundamentalmente, desdobramentos de duas arqui-doenças básicas:

O primeiro grupo de doenças tem relação com exagero de certos processos juvenis, próprios da sensibilidade reativa do ser humano jovem, são as doenças inflamatórias.

A criança e o jovem tem a capacidade orgânica, e também anímica de reagirem com vigor às provocações do meio, inflamando os seus tecidos e órgãos, gerando assim as diversas “ites” (amidalite, sinusite, otite, cistite, gastroenterite).

No grupo oposto de doenças, estão aquelas relacionadas não à juventude, mas à velhice, à perda de vitalidade. São as doenças escleróticas, com o desvitalizar do indivíduo, a degeneração dos tecidos, o seu ressecamento, a perda de viço. Nesse grupo estão as “oses” (arteriosclerose, osteoporose, fibrose), neoplasias diversas e insuficiências glandulares.

As doenças inflamatórias são intensificações dos processos metabólico-locomotor, onde o “aquecimento” é um processo fisiológico e onde a existência de micro-organismos é funcional (por exemplo, a flora intestinal).

Temos então a origem do processo esclerótico no polo neurosensorial, que determina o desgaste diário das forças etéricas e a fadiga, com a intenção de produzir consciência e percepção.

As doenças inflamatórias são exageros e deslocamentos do polo metabólico-motor.

As doenças escleróticas são exageros e deslocamentos do polo neurossensorial.

Outra questão, é que as tendências inflamatórias e escleróticas, desde que são opostas, tendem a combaterem-se mutuamente.

Também no vegetal encontramos tendências de dissolução (inflamação) e enrijecimento (esclerose), sendo a primeira relacionada com o processo floral e a segunda aos processos da raiz. E ambas as tendências são integradas pelo processo foliar.

No entanto muitas plantas apresentam a predominância de uma das polaridades, mas que no vegetal não é causa para um processo de doença, são características estruturais.

Alguns vegetais tem a predominância da raiz na sua estrutura, com folhas e flores muito reduzidas. Outras apresentam flores enormes, com folhas e raízes reduzidas. E assim ocorrem as mais variadas conformações estruturais dos vegetais, e estas “anormalidades” aparecem principalmente nas plantas medicinais.

Este é o princípio da doutrina da Signatura, que procura encontrar relações práticas entre uma planta qualquer e uma doença humana a partir de semelhanças qualitativas ou morfológicas, entre a planta e um órgão humano, uma função ou um comportamento.

Na Antroposofia, a signatura básica é aquela que vê a planta processualmente como inversão do ser humano no conceito da trimembração.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. HEILPFLANZEN KUNDE, DER MENSCH UND DIE HEILPFLANZEN, WILHELM PELIKAN, PHILOSOPHISCH-ANTROPOSOPHISCHER VERLAG GOETHEANUM/DORNACH (SCHWEIZ) 1988.
2. MEDICINA ANTROPOSÓFICA: UM PARADIGMA PARA O SÉCULO XX1, DR WESLEY ARAGÃO DE MORAES, ABMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA ANTROPOSÓFICA, 2005.
3. MEDICINA ANTROPOSÓFICA, UMA AMPLIAÇÃO DA ARTE DE CURAR, DR VICTOR BOTT, ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE TOBIAS, 1980.

 

MEDICINA ORIENTAL

Tem como fundamento o taoísmo, as suas raízes vem de tempos pré-históricos.

Os princípios fundamentais desta filosofia são:

1. Todos os fenômenos ocorrem no espaço infinito.
2. Todos os fenômenos estão inter-relacionados.
3. Todos os fenômenos são relativos.
4. Tudo tem energia ou vibração.
5. Tudo esta em constante estado de mudança.

De acordo com o taoísmo, todos os fenômenos ocorrem na energia da dualidade.

As duas polaridades são conhecidas por Yin e Yang.

Yin e Yang não são entidades, mas tendências de movimento das energias.

Entre estas duas polaridades existe um movimento constante, e as várias combinações destas tendências (polaridades) é que determinam as diferentes características.

Yin é a energia que tende para a expansão ou centrífuga, e Yang a energia que tende para a contração ou centrípeta.

Quando as forças de contração alcançam seu limite ela muda de direção e começa a expandir, e assim vice e versa.

Este constante fluxo entre os dois extremos pode ser observado em todas as coisas, desde a menor molécula até o pulsar das galáxias.

No corpo humano podemos observar isso, no ritmo do coração e dos pulmões, também no movimento peristáltico dos intestinos.

Muitas vezes a transição do Yin para o Yang ocorre de forma espiral.

Isto também pode ser observado no desenvolvimento da forma humana, da formação espiral do embrião para a estrutura dos músculos e ossos.

Os chineses e japoneses antigos simbolizavam as forças da Terra Yin (energia centrífuga emanada do planeta) e Yang as forças do céu (energia centrípeta atuando de fora sobre o planeta).

Estes termos Terra e Céu, são usados no lugar do Yin e Yang em muitos escritos antigos.

O Yin e o Yang operam através do Chi (denominação chinesa) ou Ki (denominação japonesa), que é a energia sutil presente em tudo, mineral, vegetal, animal ou humano.

O objetivo da medicina oriental é harmonizar o fluxo do Ki no corpo humano.

O movimento de Yin para Yang e vice versa, mostra-nos um universo de mudança constante, sem começo nem fim.

A única constante neste universo é a mudança, e toda a compreensão vem do conhecimento deste processo de mudanças.

OS CINCO ELEMENTOS

A teoria dos cinco elementos é fundamental para compreender a acupuntura, moxabustão e fitoterapia.

Esta teoria é uma extensão do yin e do yang, descrevendo as varias combinações das forças yin e yang.

Os termos usados fogo, terra, metal, água e madeira não devem ser interpretados como as substâncias em si, mas como as energias expressas para a sua formação.

Estes cinco elementos energéticos são entendidos como transformações que ocorrem num ciclo na seguinte sequência:

>> FOGO >> TERRA >> METAL >> ÁGUA >> MADEIRA >>

Cada uma destas qualidades é associada com certas funções e estruturas do corpo humano.

A doença mostra suas causas conforme os sintomas e estruturas acometidas, que podem ser corrigidos com a estimulação do Chi quando falta energia, ou por drenagem e redirecionamento quando ocorre excesso de energia, usando os diferentes recursos como alimentação adequada, fitoterapicos, acupuntura, moxabustão, shiatsu e exercícios.

MEDICINA AYURVEDA

Ayurveda é uma palavra sânscrita, que significa "LEIS DA SAUDE" e é um dos quatro Vedas, ou textos sagrados hindus.

O nome é associado com a medicina tradicional indiana, uma ciência que apareceu três mil anos atrás. Como não existem registros históricos deste período, pouco se conhece sobre sua origem, e o quanto tem sido modificada no contato com diferentes culturas dos praticantes da medicina Ayurvedica.

A pratica Ayurveda considera o homem de forma global, incluindo os atributos físicos, psicológicos e espirituais, denominada teoria dos três elementos, ar, água e fogo (TRIDOSHA).

Assim Kappa ou a lua, corresponde aos elementos da água, Watta ou vento, ao ar e ao eter, e Pitta ou sol, ao fogo e à terra.

Todas as funções humanas podem ser associadas a um dos três doshas ou forças cósmicas.

Os DOSHAS são divididos em dois aspectos denominados PURUSHA e PRAKRITI, ou seja em matéria e essência.

Estes termos quando usados em conexão com o ser humano podem ser explicados da seguinte forma:

PURUSHA corresponde à vida física do homem e seu estado consciente.
PRAKRITI corresponde ao subconsciente, ou self não manifestado, ou ainda seu espírito.

Quando nascemos herdamos de nossos pais características físicas (PURUSHA) e temos a característica energética de nosso espírito (PRAKRITI), formando assim um determinado biotipo, ou uma expressão psicofísica individual.

Assim a prevalência dos diferentes elementos define o nosso dosha:
WATTA – Ar e éter, biotipo magro, ansioso e friorento.
PITTA – Fogo e água, biotipo médio, agressivo e calorento.
KAPPA – Água e terra, biotipo pesado, friorento e lento.

Todos somos uma combinação dos três doshas.

Na compreensão do individuo através das características específicas dele, o terapeuta procura reequilibrar as energias.

Assim, se o desequilíbrio tem características Watta, para corrigir é preciso aquecer e nutrir, Pitta resfriar e acalmar e Kappa aquecer e reduzir.

As terapias incluem massagens, dietas, óleos medicinais, ioga, meditação, desintoxicação e fitoterapia.

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Medicamentos de uso interno
Recomendações gerais

1- Medicamentos devem ser mantidos em suas embalagens originais, tampados, ao abrigo de luz, calor, umidade e cheiros fortes.
2- Antes de começar a tomar seu medicamento, confira o rótulo com a receita médica.
3- Medicamentos manipulados são de uso individual, com prazo de validade curto, e devem ser utilizados durante o tratamento conforme orientação médica, e obedecendo o prazo de validade.
4- Manuseie o produto somente com mãos limpas e secas, no caso de medicamentos homeopáticos, coloque a quantidade de glóbulos ou tabletes na tampinha do frasco e vire na boca, para evitar o contato com as mãos.
5- Tome o seu medicamento preferencialmente longe das refeições. Se for dose única, tome em jejum ou ao deitar, conforme orientação médica.
6- Nunca tome o medicamento no escuro, pois poderá haver erro na quantidade a ser tomada ou troca de medicamento.
7- Mantenha o medicamento longe do alcance das crianças.
8- Este produto é somente de uso interno ou via oral.
9- Qualquer dúvida ou efeito colateral, entre em contato com o seu médico, e com o farmacêutico.
10- É contraindicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
11- Em caso de gravidez suspenda a medicação imediatamente e informe seu clínico(caso o medicamento não seja para essa finalidade).
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